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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Na Boa! O Segredo Português para a Felicidade

Ser feliz na Dinamarca e noutros países prósperos é fácil. Com uma boa lareira por perto e um ordenado confortável para se fazer umas viagens aos trópicos duas ou três vezes por ano, quem é que consegue ser infeliz? Já a felicidade em Portugal, onde o salário mínimo é mesmo mínimo, os transportes públicos estão sempre atrasados e é preciso dormir à porta da Segurança Social para se ser atendido, é um assunto intrigante que desperta o fascínio da comunidade científica mundial.

Numa linguagem rigorosa mas acessível, o presidente e fundador do Instituto Português Para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), Diogo Faro, explica aqui o extraordinário segredo da felicidade do povo português. «“Na boa”, “um gajo safa-se”, “claro que se desenrasca isso”, os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara», escreve o autor. «Com mais ou menos sobressaltos, descobrimos constantemente maneiras de saltar de nenúfar em nenúfar mesmo quando à nossa volta tudo é um lago de problemas.» Porque de vez em quando é bom olharmo-nos ao espelho e gostarmos do que vemos, a leitura deste livro fará o leitor sentir-se ainda mais feliz.
Por si. Pelo seu país. Por todos nós.



Apresentações:

21 Julho às 21:30, na Fnac do NorteShopping
26 Julho às 18:30, na Fnac do Colombo




Sobre o autor

Diogo Faro tem-se destacado como comediante, mas chega-nos agora num papel completamente diferente. Depois da sua viagem à Índia onde viveu 3 meses como voluntário num templo Hindu, passou a ver a vida de outra forma como se tivesse um filtro de Instagram nos olhos chamado "optimismeville". E mesmo que isto possa soar cliché, a verdade é que percebeu que tinha algo mais para dar ao mundo. Inspirado em grandes pensadores da actualidade, criou o Instituto Português para os Altos Estudos da Felicidade e tem desenvolvido o seu trabalho a estudar precisamente a felicidade dos portugueses. As conclusões, até agora, são óptimas mas há sempre espaço para melhorar e é desta forma que surge este livro. Uma partilha do autor com os leitores sobre como podemos ser ainda mais felizes do que já somos, sendo que o leitor começa logo esse processo ao comprar este livro porque está a ajudar financeiramente o Diogo e o IPAEF gerando assim uma sensação de bem-estar para si mesmo, precisamente como nas religiões ou workshops de auto-ajuda.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dez novos livros Guerra e Paz no Plano Nacional de Leitura

A estreia dos Livros Amarelos no Plano faz-se com A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras / Rikki-Tikki-Tavi, da genial dupla Mark Twain e Rudyard Kipling. Esses dois contos estão recomendados para leitura orientada na sala de aula do 9.º ano. Num total de 21 títulos Guerra e Paz, 14 são da nossa colecção de Clássicos



Aos seis clássicos Guerra e Paz que já constavam no Plano Nacional de Leitura, juntam-se agora oito novos títulos, num total de 14 livros da colecção que chegou às livrarias no final de 2015, segundo a lista agora divulgada para 2017-2018. A grande novidade este ano é a inclusão de um Livro Amarelo na lista de sugestões, constituindo um sinal de aprovação da irreverência com que a editora gosta de se apresentar junto dos seus leitores: A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras / Rikki-Tikki-Tavi, de Mark Twain e Rudyard Kipling. Outra entrada de relevância, é o romance Quem Me Dera Ser Onda, do escritor angolano Manuel Rui. Como resistir à divertida façanha de duas crianças que se apaixonam pelo porquinho que o pai e a mãe criam, às escondidas, no sétimo andar de um prédio, em Luanda, numa altura de guerra e sem comida? Também na lista de sugestões para leitura orientada na sala de aula do 9.º ano.




Ao todo, são dez novos títulos Guerra e Paz, que se juntam aos onze que já faziam parte do Plano Nacional de Leitura, destacando-se o facto de A Malta das Trincheiras, de André Brun, ser recomendado em duas listas distintas: Apoio a projectos de História de Portugal e Apoio a Projectos de História Universal.
Para que não se perca com tanta novidade, deixamos a lista de livros Guerra e Paz incluídos no Plano Nacional de Leitura para o novo ano:

  • O Principezinho
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (2017)
  • Mulherzinhas (2017)
  • O Retrato de Dorian Gray (2017)
  • Quem Me Dera Ser Onda (2017)
  • A Ilha do Tesouro
  • A Célebre Rã Saltadora do Condado de Calaveras / Rikki-Tikki-Tavi (2017)
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas (2017)
  • Quincas Borba (2017)
  • Amor de Perdição (2017)
  • O Que Fazem Mulheres
  • As Pupilas do Senhor Reitor (2017)
  • Madame Bovary (2017)
  • A Cidade e as Serras
  • Os Maias
  • Os Lusíadas
  • O Amante de Lady Chatterley
  • A Menina dos Ossos de Cristal
  • A Malta das Trincheiras
  • O Triunfo do Ocidente
  • Uma Visita Politicamente Incorrecta ao Cérebro Humano

A nossa sugestão? Disfrute e leia. Leia muito.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O Livro da Bicicleta

Já se imaginou a ir para o emprego de bicicleta, enquanto sente o vento e o sol no rosto, desfruta calmamente do seu percurso, evita o trânsito caótico e ainda poupa tempo e dinheiro em gasolina e faz muito pela sua saúde?
O cenário é bonito mas também difícil de concretizar pois, de repente, começa a pensar como é que vai conseguir levar os seus filhos na bicicleta? como vai fazer nos dias em que chover? como vai transportar as compras que costuma colocar na bagageira do seu carro? ou como vai enfrentar aquela subida íngreme que parece impossível de vencer?

Miguel Barroso, especialista na área da Mobilidade Sustentável, prova-nos ao longo deste livro que todas estas questões podem ser facilmente resolvidas. Uns simples alforges podem solucionar o problema das compras, e uma cadeira específica, o transporte do seu filho, e vai ver que, passadas umas semanas, a subida já não é assustadora, mas apenas um pequeno declive. A chuva? Nada que um poncho impermeável não resolva, mas se vir bem não chove assim tantas vezes em Portugal.

E não tem de vestir uns calções de lycra para andar de bicicleta, é perfeitamente possível vestir o seu melhor fato e pedalar até ao seu destino. Estamos tão presos a uma lógica onde todas estas deslocações são feitas de outros modos (geralmente o carro) que deixar os velhos hábitos nem sempre é fácil. Mas acredite que é possível e este livro vai ajudá-lo a perceber que, depois de ultrapassados estes obstáculos aparentemente intransponíveis, a bicicleta vai passar a ser a sua melhor aliada.



Sobre o autor
 
Miguel Barroso - Ex-aluno do Colégio Militar, arquiteto de Formação (FA-UTL), com pós-graduação em Arquitectura Bioclimática (FA-UTL), está a terminar o doutoramento em Estudos Urbanos (ISCTE/IUL e FCSH/UNL). Foi docente do Ensino Secundário entre 1998 e 2007 e docente universitário entre 2013 e 2016. Entusiasta da bicicleta e não só, já praticou inúmeros desportos desde a infância, mas hoje em dia o BTT continua a ser a sua modalidade de eleição. Um apaixonado por DIY (faça você mesmo), já construiu um pouco de tudo: não só bicicletas, mas também drones, computadores e impressoras 3D, e algumas criações originais como berços, candeeiros ou brinquedos. Exerce arquitetura no seu ateliê (Tambstudio) desde 1997, a par de outras atividades ligadas ao design e fotografia. Juntamente com o Arquiteto Bernardo Pereira, fundou recentemente a Urbactiv, uma empresa de estudos, projetos e consultoria especializada em mobilidade ativa e sustentável. Nos últimos anos desempenhou um papel ativo nas questões da mobilidade e planeamento sustentáveis - promovendo campanhas e eventos, e participando em congressos e outras atividades relacionadas com o tema. Utilizador da bicicleta como meio de transporte há mais de 20 anos, é moderador de fóruns da especialidade e responsável pelo blogue Lisbon Cycle Chic. Colabora com a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, como consultor para a mobilidade sustentável e na dinamização de diversas iniciativas.


 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Manuel Maria Carrilho: Ser Contemporâneo do Seu Tempo


Manuel Maria Carrilho: Ser Contemporâneo do Seu Tempo
Diálogo com José Jorge Letria
15x20
160 páginas
13,99 €
Não Ficção/Biografia
Nas livrarias a 19 de Julho
Guerra e Paz Editores | o fio da memória

Este é um livro de que ninguém estaria à espera. Este é um livro sobre e de um homem, de quem Eduardo Lourenço disse que «trouxe a Cultura, e não só em termos mediáticos, para o recreio dos “grandes”. Entenda-se, o da política.» Este é um livro sobre e de Manuel Maria Carrilho.
Este é o livro em que o político e filósofo Manuel Maria Carrilho se expõe numa longa conversa com José Jorge Letria. No quadro da colecção “… o fio da memória”, e na sequência de títulos sobre personalidades indiscutíveis da cultura, das artes e do pensamento em Portugal, como Eduardo Lourenço, Cruzeiro Seixas ou Lídia Jorge, Manuel Maria Carrilho fala do seu percurso pessoal e profissional, desde os tempos de infância, vividos entre o granito de Viseu, a universidade e as lutas estudantis, até ao reconhecimento público enquanto político e intelectual. Co-editado pela Guerra e Paz editores e pela Sociedade Portuguesa de Autores, o livro Manuel Maria Carrilho: Ser Contemporâneo do Seu Tempo vai chegar às livrarias a 19 de Julho.


SOBRE A COLECçÃO
o fio da memória é uma colecção que pretende preservar um património cultural precioso: a vida e obra de grandes personalidades das artes e da cultura em Portugal. Das entrevistas, conduzidas por José Jorge Letria, já nasceram volumes dedicados a personalidades como Urbano Tavares Rodrigues, Eduardo Lourenço, Cruzeiro Seixas, António Victorino d’Almeida, Isabel do Carmo, José Tengarrinha, Álvaro Cassuto, António-Pedro Vasconcelos, Lídia Jorge, entre outros.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Gervásio Lobato: a actualidade apanhada em flagrante delito

lisboa em Camisa
Gervásio Lobato
15x23
240 páginas
16,00 €
Ficção / Romance
Nas livrarias a 19 de Julho
Guerra e Paz Editores

Diz-se em camisa como quem diz em cuecas. Estávamos no final do séc. XIX quando Gervásio Lobato – por sinal tio-tetravô do humorista Nuno Markl – escreveu aquele que é um dos romances que melhor satiriza a vida quotidiana do mundo burguês alfacinha de então. Estranhamente, um livro que se mantém tão actual que é como se ainda nos pudéssemos cruzar com as suas personagens nas ruas do Chiado, no centro da cidade, apanhadas em flagrante delito. Em camisa, dir-se-ia na altura. De esquecido e arrumado a um canto sem a glória devida, Lisboa em Camisa regressa às livrarias a 19 de Julho com o cunho da Guerra e Paz.
Publicado pela primeira vez em 1882, em jeito de folhetim, do Diário da Manhã, este é um livro que esmiúça comportamentos, ridiculariza-os e leva-os a um extremo em que o riso é inevitável. Lisboa em Camisa conta-nos as peripécias da família Antunes, oriunda do Algarve, que se instala em Lisboa, na Rua dos Fanqueiros. Uma acutilante paródia cujo foco passa pela decadência da nobreza, ascensão da burguesia, aparecimento das profissões liberais e início da industrialização, num registo que roubou este comentário a Manuel Pinheiro Chagas: «São […] uns folhetins admiráveis, cheios de verdade, de fina observação, com tipos engraçadíssimos, quadros cómicos de um chiste inexcedível».
Outrora um dos grandes nomes do humor português, Gervásio Lobato é hoje um autor recordado apenas por uma rua com o seu nome em Campo de Ourique. Jornalista e ro­mancista, o seu humor e comicidade passaram de mãos em mãos, de geração em geração. Lisboa em Camisa foi, desde a publicação em 1882, o seu mais estrondoso êxito, com inúmeras edições. O tema é Lisboa, uma Lisboa que o autor despe ou surpreende em camisa. Um romance que lido hoje é a actualidade apanhada em flagrante delito.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O regresso de Huckleberry Finn: a história de um rapaz e de um rio

AS AVENTURAS DE HUCKLEBERRY FINN
Mark Twain
15x23
312 páginas
17,00 €
Ficção / Literatura Estrangeira
Nas livrarias a 19 de Julho
Guerra e Paz Editores

O regresso de Huckleberry Finn: a história de um rapaz e de um rio
Não vão saber quem sou se não tiverem lido um livro chamado As Aventuras de Tom Sawyer, mas isso pouco importa

Um ano depois de publicar «As Aventuras de Tom Sawyer», Mark Twain deixou-se levar por aquela que é uma das suas mais aclamadas obras: As Aventuras de Huckleberry Finn. Publicado originalmente em 1884, no Reino Unido, este livro surge como sequela do primeiro, desta vez, centrado em Huckleberry Finn, Huck para os amigos, o rapaz de origens humildes, eterno companheiro de aventuras de Tom Sawyer, que aqui adopta o papel de narrador. Mais maduro e incisivo, As Aventuras de Huckleberry Finnaborda temas como o racismo, a violência e a liberdade, assumindo um tom mais sombrio, mas sem perder o aprumado sentido do cómico e a fina ironia de Mark Taiwn. É o mais recente livro da colecção de clássicos da Guerra e Paz e chega às livrarias a 19 de Julho, com tradução de Miguel Nogueira.

Esta é história de um rapaz e de um rio. Uma história de aventuras e amizade publicada há 133 anos que se mantém tão actual nos dias de hoje como então, tal como destacado na nota introdutória e nas considerações de T. S. Eliot, Norman Mailer e Ernest Hemingway incluídas nesta edição da Guerra e Paz. Huckleberry Finn ultrapassa os limites da literatura e é agora um mito, um mito comparável a Ulisses, Fausto, Quixo­te, Dom Juan, Hamlet, segundo T. S. Eliot. Sozinho, fundou a literatura de um país. É Hemingway a dizê-lo, e acrescenta: é «uma inovação, uma nova descoberta da língua inglesa».

terça-feira, 11 de julho de 2017

Os Grandes Mistérios do Antigo Egito


 Quem fundou a monarquia egípcia?
O que havia no túmulo de Tutankhamon?
Os egípcios acreditavam no Além?
O «Livro dos Mortos» era mesmo um livro?
O que significa a maldição das múmias?
Os egípcios faziam sacrifícios humanos?
Porquê tantos escaravelhos?
Onde estão os grandes palácios reais?
Como eram os haréns faraónicos?
Já havia pornografia no Antigo Egito?
Quem assaltou os túmulos reais?
Onde estão os túmulos de Alexandre e Cleópatra?
Quem foi o maior faraó do Egito?
Os egípcios eram mesmo negros?
Como foram construídas as pirâmides?



Passaram mais de 2 mil anos sobre o fim da civilização egípcia mas o Antigo Egípcio continua a fascinar-nos e são ainda muitos os mistérios sobre os seus costumes, política, religião ou cultura que continuam por desvendar. Luís Manuel de Araújo, prestigiado egiptólogo autor de Os Grandes Faraós do Antigo Egito, editado também pela Esfera dos Livros, apresenta-nos agora um livro ilustrado que resulta de muitos anos de investigação e onde revela o essencial para melhor compreendermos a civilização dos faraós.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

MÁSCARAS AO LUAR, de Jude Deveraux

MÁSCARAS AO LUAR
de Jude Deveraux

360 páginas / PVP 16,60€

Sophie Kincaid está a passar por um momento difícil. Foi abandonada pelo noivo e a sua carreira de escultora está num impasse. Felizmente, a sua amiga Kim parece ter a solução: basta que Sophie se mude para Edilean. Kim acredita que a pequena povoação é o Paraíso na Terra. Mas a experiência de Sophie vai assemelhar-se mais a uma descida ao Inferno. Para começar, o seu carro avaria, e quase é atropelada por um condutor em excesso de velocidade. Sophie resolve então levar a cabo uma pequena e criativa «vingança» contra o motorista, que é nada menos do que… o seu novo empregador. E o Dr. Reede Aldredge bem merece ser castigado. Quanto mais não seja pelo seu temperamento amargo e modos rudes, conhecidos de toda a vila. Mas apenas ele sabe os motivos que o levam a agir assim. A fogosa Sophie, porém, fá-lo rir… algo que não acontecia há muito tempo. A química entre eles é palpável. A tensão também. Afinal, ambos têm segredos a esconder. 

Quando, sob o luar de Edilean, partilham um momento de pura magia, algo parece mudar… Porém, até os habitantes da vila já perceberam que nada é simples para aqueles dois. Conseguirá a magia sobreviver à luz implacável da manhã, ou transformar-se-á em apenas mais uma memória embaraçosa?
Jude Deveraux nasceu em 1947 em Fairdale, Kentucky. Licenciou-se em Arte na Universidade de Murray. Foi professora antes de se dedicar exclusivamente à escrita. É autora de uma vasta obra de grande sucesso, com 43 títulos que marcaram presença na lista dos livros mais vendidos do New York Times. Os seus livros, bestsellers em vários países, já venderam mais de 60 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo sido traduzidos para 18 línguas. A escritora vive atualmente na Carolina do Norte

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Aparições de Fátima: a construção de uma identidade nacional

Quando o Sol Dançou – Fátima e Portugal
Jeffrey S. Bennett
15x23
240páginas
16,50 €
Não Ficção/Religião
Guerra e Paz Editores

Esta é uma história que todos os portugueses conhecem. Há 100 anos, a 13 de Maio de 1917, a Virgem Maria apareceu a três pastorinhos, na Cova da Iria, um lugar ermo perto de Fátima. O fenómeno repetiu-se nos meses seguintes e, a 13 de Outubro, contou com o testemunho de cerca de 70 mil pessoas. Quando o Sol Dançou é o livro de estreia do antropólogo norte-americano Jeffrey S. Bennett que, depois de se intrigar com o fenómeno de Fátima nas inúmeras viagens que fez a Portugal e dos anos que cá viveu, tenta deslindar as complexas relações sociais que permitiram e levaram ao surgimento e manutenção do culto de Fátima e da sua interligação com a construção de uma aguerrida identidade nacional.

Com tradução de Miguel Nogueira, esta é uma análise sustentada do contexto socio-político da aparição da Virgem Maria aos pequenos Francisco, Jacinta e Lúcia e do fenómeno religioso que aqui teve origem. Numa investigação séria e rigorosa, Jeffrey S. Bennett explora as antigas tradições marianas da zona de Leiria, o combate entre republicanos e monárquicos e a ascensão do salazarismo, bem como as eventuais motivações psicológicas dos pastorinhos e dos primeiros devotos. Quando o Sol Dançou é, pois, um retrato fascinante sobre um dos períodos mais turbulentos da história de Portugal. Chega às livrarias a 1 de Fevereiro.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Adeus, avó! Um romance histórico entre Angola, Cabo Verde e Índia


Adeus Avó – Ecos do Passado Colonial
Augusto Reis
15x23
408 páginas
20,00 €
Ficção/Romance
Guerra e Paz Editores


Chega com os sons quentes do crioulo e o jeito gingão do quimbundo e quicongo de Angola. Adeus, avó! é o romance de estreia de Augusto Reis, português que viveu na Índia, em Cabo Verde e Angola, passou novamente por Lisboa e que, há cerca de 40 anos, se fixou na Holanda. Professor de Línguas e História da Cultura, dedica-se a decifrar perspectivas sobre Angola, denunciar abusos cometidos durante a colonização e analisar momentos e processos que iniciaram a queda do colonialismo.
Adeus, avó! chega às livrarias a 1 de Fevereiro e é o reflexo de todos estes ecos do passado.

Ambientado entre Angola, Cabo Verde e a Índia de meados do século passado, Adeus, avó! é uma incrível viagem ao princípio do fim do império colonial, um romance histórico que combina ficção e magia, numa emocionante história que retrata os anos 50 e 60 sob diferentes perspectivas, abordando temas como a escravatura, racismo, ditadura, homossexualidade e religião.
Com mestria e habilidade, Augusto Reis tece um enredo que une o quase escravo das plantações de algodão Tôko e o endiabrado Tininho que acaba de chegar a Luanda, nos anos 60, já depois de ter trocado Lisboa por Goa e de se ter perdido em Cabo Verde, terra da sua querida avó, Maria Galvão. Que histórias unem estes dois destinos?

A sessão de lançamento de Adeus, avó! decorre a 23 de Fevereiro, às 18h30, na Bertrand Picoas Plaza, em Lisboa. Com apresentação de Bob de Jonge, Professor de Linguística na Holanda.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Construtores do Império, da Conquista de Ceuta à criação do governo-geral do Brasil

O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são bem conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra.  

Construtores do Império apresenta-nos 12 biografias de personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África; D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde; Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império; Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul.

Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Novo romance de Sophie Kinsella "A LUA-DE-MEL"

A LUA-DE-MEL
de Sophie Kinsella

PVP 15,90€
416 páginas

Jovens! Com a sua pressa, as suas preocupações e a vontade de desejar todas as respostas, agora… LOTTIE tinha a certeza de que RICHARD, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está BEN, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los! 

Já FLISS, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites. O problema é que o mal já está feito… A solução? Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união. Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão? 

Sophie Kinsella começou a escrever aos 24 anos mas foi com a série Louca Por Compras que a sua carreira se firmou internacionalmente. Tem romances publicados em quarenta países, com um total de vinte e cinco milhões de exemplares vendidos. As razões do seu êxito são variadas: escreve com ritmo e graça sobre assuntos que tocam leitores em todo o mundo, nunca é previsível e diverte-nos sempre. Além disso, as suas histórias são românticas, com protagonistas tão reais que cremos inteiramente neles, apesar dos seus momentos mais disparatados. Sophie Kinsella é assim. Vive em Londres com o marido e a família.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Pessimismo, sonhos, crítica e ironia num divertido romance de Machado de Assis

Quincas Borba
Machado de Assis
15x23
272 páginas
16,50 €
Ficção/Literatura Lusófona
Guerra e Paz Editores


Dez anos depois de «Memórias Póstumas de Brás Cubas», Machado de Assis recupera uma personagem e dá vida a um novo e divertido romance com o seu nome. Quincas Borba é o 16.º título da colecção de Clássicos da Guerra e Paz e chega às livrarias a 18 de Janeiro. 

O alucinado filósofo, amigo de infância de Brás Cubas, é a personagem que faz ponte entre os dois romances do escritor brasileiro que, com o seu jeito delicioso de contar histórias, tece duríssimas críticas sociais. Editado em folhetim entre 1886 e 1891, Quincas Borba é um livro sobre a grandeza dos sonhos e a realidade humana, que conta, não a história do filósofo que dá nome ao livro, mas de Rubião, modesto professor de província, herdeiro da sua fortuna. 

Este é o grande trunfo de Machado de Assis, suge­rir as coisas mais terríveis da maneira mais cândida. Como é habitual, esta edição da Guerra e Paz, inclui um texto de enquadramento sobre a obra e época, cronologia histórica e bibliográfica e uma caracterização das personagens.



terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Porto d'Honra, de Manuel de Sousa

Um dos mais entusiastas divulgadores da história da cidade do Porto, Manuel de Sousa, traz-nos um extraordinário Porto D’ Honra, uma verdadeira visita guiada pelo passado através de muitos acontecimentos que constituem a identidade portuense.


Um livro feito de segredos e curiosidades que marcam a história da Invicta ao longo dos tempos, como o desastre da Ponte das Barcas, as invasões francesas, o legado deixado pelos judeus (não será por acaso que a cidade alberga a maior sinagoga da Península Ibérica), a história da mãe de todas as praças portuenses: a da Liberdade, ou o famoso cerco do Porto, que acabou por dar à cidade o título de «Invicta».

 
 
Muitos dos aspetos relatados são pouco conhecidos ou estão mesmo por descobrir, contribuindo para o carácter sedutor e fascinante do Porto: o atual Palácio da Bolsa, um dos ex-libris da cidade, foi construído sobre as ruínas do Convento de São Francisco, local onde o rei D. João I pernoitou antes de casar com D. Filipa de Lencastre; a Rua do Almada, paralela à Avenida dos Aliados, homenageia João de Almada e Melo que, juntamente com o seu filho, mudou para sempre a face do Porto e criou aquilo que hoje conhecemos como Baixa; ou o Piolho, o primeiro botequim portuense a ter eletricidade e a adquirir uma máquina de café La Cimbali que deu o nome ao cimbalino, etc.


Sobre o autor

 
 Manuel de Sousa nasceu na freguesia de Miragaia, no Porto, em 1965. Licenciado em Ciências Históricas e mestre em Turismo, desenvolveu uma atividade profissional ligada à área empresarial, nomeadamente à Comunicação e ao Marketing, sem nunca ter abandonado o seu interesse pela história da cidade do Porto. Procurando aliar a divulgação da história local com as redes sociais, criou a página “Porto Desaparecido” no Facebook, cujo sucesso lhe valeu a atribuição da Medalha Municipal de Mérito pela Câmara Municipal do Porto, em 2013. Faz visitas guiadas pela cidade e colabora em diversos jornais e revistas em temas relacionados com a História e o Património. 


 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Receitas Mês a Mês

Ele tem duas grandes paixões: o desporto e, acima de tudo, a gastronomia. Para além de ser treinador de râguebi, o seu maior hobby consiste em andar pelos mercados em busca dos ingredientes mais frescos e cozinhar pratos imaginativos para a família e para os amigos. Licenciado em Economia, Luís Saraiva fez também o curso de Gestão Agrícola, que o sensibilizou para a necessidade de sabermos mais sobre o que comemos desde a origem e produção dos alimentos às suas propriedades, passando pelas alturas do ano em que os devemos consumir com maior regularidade. Receitas Mês a Mês, o seu primeiro livro, cruza esses seus conhecimentos técnicos com o gosto pela cozinha.

Dado que os produtos hortícolas e frutícolas têm um ciclo planeado, como podemos tirar o melhor partido dessa sazonalidade nas nossas refeições? Qual o peixe que devemos cozinhar em agosto sem prejudicar os ciclos de vida das espécies? Porque é que o borrego e o cabrito são mais consumidos entre dezembro e abril? Por que razão os bivalves devem ser excluídos da nossa dieta nos meses sem letra «R»...? E já agora: como transformar em 48 receitas deliciosas todo um calendário anual em perfeita harmonia com a Natureza e com tudo o que isso significa de mais frescura, mais sabor, mais autenticidade, mais equilíbrio?

Se os produtores planeiam a sua produção anual ajustando a oferta de determinado alimento em dada época do ano, nós, enquanto consumidores, só temos a ganhar se adaptarmos os nossos pratos e as nossas refeições àquilo que se produz e comercializa em cada estação e, no limite, em cada mês. Receitas Mês a Mês é o livro que o vai ajudar a acertar o passo na sua alimentação e na sua cozinha.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Três épocas históricas, três continentes. Um romance de amor e erotismo

A Ilha de Martim Vaz
Jonuel Gonçalves
15x23
184 páginas
15,50 €
Ficção/Romance
Guerra e Paz Editores


Durante as obras para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, são encontrados manuscritos dos séculos XV e XVII que dão o mote a este romance do angolano Jonuel Gonçalves, que se estreia em Portugal com a publicação de A Ilha de Martim Vaz. O lançamento do livro está agendado para 17 de Janeiro, às 18h30, no El Corte Inglés, em Lisboa, com apresentação de Tomás Lima Coelho. 

A Ilha de Martim Vaz é um intenso romance que une três épocas históricas e três continentes com o mesmo traço de amor e erotismo. Este é um livro que utiliza o erotismo com delicada mestria, um romance histórico que cruza cristãos e mouros do século XV, senhores e escravos do séculos XVII e amantes do nosso tempo, um livro que parece, mas não é, um livro de viagens. De Ceuta a Tomboctu, de Benguela ao Rio de Janeiro, passando pela Amazónia, por Bordéus, por Lisboa, por Luanda, pelo Sahel, ares, mares, dunas, florestas e savanas, A Ilha de Martim Vaz revela diferentes geografias e histórias muito fora da versão habitual. Aliás, tal como o casal de pesquisadores que analisa os documentos encontrados, cujo percurso está tatuado pelas grandes turbulências do século XX e deste pedaço do XXI.

Por aqui andam homens e mulheres a camuflar-se em defesa de ideias sob cerco ou apenas para viverem amores intensos sob ameaça de excomunhão, ontem religiosa, hoje identitária. Roteiros no extremo, a fim de abrir caminho, isso sim. A vida no risco permanente e, mesmo assim, não querem mudar de vida. Disponível em todas as livrarias a partir de 18 de Janeiro.




segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa


A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa
Marco Neves
15x23
216 páginas
16,50 €
Não Ficção/Língua Portuguesa
Nas livrarias a 18 de Janeiro


Intriga, amor, violência, ciúme, paixão e tragédia. Que segredos esconde a língua portuguesa?


Consegue imaginar Camões à bulha nas ruas de Lisboa? Ou a ligação entre Gil Vicente e uma coleccionadora de livros? E o que pode advir da relação entre uma lisboeta com sal na pele e um brasileiro azarado? Marco Neves, autor de Doze Segredos da Língua Portuguesa, propõe uma viagem pela imaginação que nos leva às origens da forma como hoje falamos no seu novo livro, A Incrível História Secreta da Língua Portuguesa, que chega às livrarias a 18 de Janeiro. A sessão de lançamento decorre nesse mesmo dia, às 18h30, na Bertrand Picoas Plaza, em Lisboa, com apresentação do jornalista Nuno Pacheco. 

Com jovialidade e encanto, o autor usa uma linguagem simples e acessível e mostra que, sendo uma língua de afectos, a origem do português esconde muito mais do que se possa imaginar. Entre intrigas e paixões, conheça a história surpreendente da nossa língua, contada como um romance. Aceite o desafio de Marco Neves e embarque na aventura da descoberta das raí­zes da língua portuguesa na companhia da família Contreiras e, entre factos reais e muita imagina­ção, conheça a nossa língua pela perspectiva, tanto da gente comum como de grandes escritores.

Acompanhe uma celta e um romano aos beijos, um amigo de Afonso Henriques à procura de mou­ras encantadas, Gil Vicente a perseguir um homem perigoso pelas ruas de Lisboa, uma coleccionadora de livros a fugir numa carroça para Amesterdão, Camões ao murro por causa duma dama da corte e muitas outras aventuras de que é feita esta história da língua portuguesa, recheada de deliciosas sur­presas e um toque de humor.






domingo, 15 de janeiro de 2017

Mário Caetano lança primeiro livro e anuncia evento no Coliseu dos Recreios

“Abre” reúne 199 mensagens inspiradoras para 2017

Life Coach Mário Caetano lança primeiro livro e anuncia evento no Coliseu dos Recreios

 

O cheiro a comida caseira emanava da porta de escada entreaberta do velho 3.º andar sem elevador. Quando ali entrei, desconhecia por completo que estava prestes a ter uma experiência que iria transformar por completo a minha vida. “Abre”, de Mário Caetano

 

Assim começa a introdução do primeiro livro do Life & Business Coach Mário Caetano, intitulado “Abre”, que reúne 199 mensagens inspiradoras para um 2017 mais pleno em foco e motivação.
Mais do que um momento de leitura, o autor convida a fazer exercícios e reflexões com base numa compilação de textos que são fruto da experiência pessoal e profissional de Mário Caetano que, ao longo dos últimos oito anos, inspirou mais de 30.000 pessoas. “Abre” está a venda nos locais habituais a partir de dia 18 de janeiro, um mês antes do evento ao vivo de Mário Caetano, “Wake Up”, que tem lugar a 19 de fevereiro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
“Este livro possui uma parte prática que considero imprescindível para a evolução humana. A ação. O ganho de consciência, mais a ação, conduzirá à evolução em qualquer situação. Foi por isso que escrevi este livro. Para as pessoas perceberem que a vida se transforma num milagre a partir do momento em que encontramos um significado diferente e um propósito maior para tudo aquilo que acontece. Escrevi este livro para evoluírem através do seu poder: o poder da escolha.”, refere Mário Caetano.
Mário Caetano tem ajudado milhares de pessoas a desbloquear os seus problemas, trazendo clareza e inspirando as suas vidas, tanto ao nível profissional como pessoal. Ao coaching, palestras e retiros em Portugal e no estrangeiro – um trabalho que já tocou mais de 30.000 pessoas – Mário Caetano soma agora estes dois grandes desafios: o livro “Abre” e o evento ao vivo “Wake Up”.
No dia 19 de fevereiro, o Coliseu dos Recreios enche-se de energia e motivação em duas horas de espetáculo ao vivo onde Mário Caetano promete aumentar o poder de foco e dar coragem e força a todos as pessoas que decidirem embarcar nesta viagem inspiradora. Os bilhetes custam entre 17€ e 30€, e estão à venda aqui.
Os dramas que maioritariamente afetam o equilíbrio de um ser humano, como o stress, a ansiedade, a carreira profissional, os relacionamentos ou a saúde, podem ser trabalhados através de estratégias certas, aliadas à coragem, ao foco e à inspiração”, comenta Mário Caetano. “O evento levará os participantes a desenvolverem mecanismos que ajudem a ultrapassar obstáculos, através da superação pessoal, do crescimento, do desafio diário e da inspiração.”
Mário Caetano é Life Coach certificado, Practitioner em Programação Neurolinguística, pela SRI Coaching (USA), Practitioner em Hipnoterapia, pela American Board of Hipnotherapy e Practitioner em Terapia da Linha do Tempo, pela Synergetic Results International. Desde 2008 já trabalhou com mais de 30.000 pessoas através da experiência em mais de 4.000 horas de sessões de coaching e mais de 4.500 horas em formações e palestras. Treinou empresas como Era Imobiliária, Microsoft ou Bertrand, motivando a união dos seus colaboradores e inspirando-os através dos princípios da mudança a encontrarem um propósito maior nas suas carreiras. 
O livro “Abre” é editado pela Marcador e estará à venda nos locais habituais. PVP – 15,50€.