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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Fazer um Secundário de excelência e chegar à Universidade sem medo, um livro de Jorge Rio Cardoso

DO SECUNDÁRIO À UNIVERSIDADE COM SUCESSO – ‘BORA LÁ?
Prof. Jorge Rio Cardoso
15x23
200 páginas
14,99 €
Não Ficção/Educação
Nas livrarias a 2 de Agosto
Guerra e Paz Editores | Clube do Livro SIC

Jorge Rio Cardoso, autor do método «Ser Bom Aluno – ‘Bora lá?», vem com um novo livro ajudar os alunos portugueses que se preparam para regressar às aulas em Setembro. Desta vez, o Professor Jorge Rio Cardoso revela as técnicas e métodos de estudo necessários para se fazer uma boa transição do ensino básico para o secundário, dando aos alunos os métodos que os vão dotar de capacidades para fazer um Secundário de excelência e integrar o meio universitário sem medos nem angústias. Do Secundário à Universidade com Sucesso – ‘Bora lá? é o novo livro de Jorge Rio Cardoso e está nas livrarias desde início de Agosto, mesmo a tempo de ajudar os alunos a garantir o seu futuro escolar. Um livro que faz parte da colecção Clube do Livro SIC.

Os estudantes chegam ao Secundário e precisam de uma bússola para se orientarem. Com o seu reconhecido método de combate ao insucesso escolar, uma causa social que o autor abraça desde 2008, este livro fornece as ferramentas essenciais para os jovens atravessarem com segurança o Secundário e chegarem à universidade bem preparados. Recorrendo a muitos exemplos práticos, Jorge Rio Cardoso, autor com mais de 30 mil livros vendidos, apresenta métodos de estudo adequados ao perfil de cada aluno, dando dicas para uma boa organização, destacando a relevância das competências digitais e ressalvando a importância de uma excelente comunicação oral e escrita. Com este livro, o autor pretende que os alunos criem uma relação positiva com a escola, aumentando assim a concentração nas salas de aula durante as avaliações. Ciente dos obstáculos, Jorge Rio Cardoso é generoso na exemplificação de casos específicos e nos conselhos que sugere aos alunos. Um manual a que o prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins confere prestígio e ainda mais credibilidade.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Ruas Floridas de Redondo

E depois do post sobre os flagelos do dia, aqui fica a parte boa!

Este sábado fui até Redondo visitar as ruas floridas. Não consigo sequer imaginar o trabalhão que aquilo tudo dá, mas os meus parabéns à população. Todas as ruas têm um tema diferente e são mais de 30 ruas enfeitadas em papel, motivos florais e não só. Eu não vi nem metade! Espero voltar noutra edição :)













































domingo, 6 de agosto de 2017

Fui a Évora comer sushi, mas para a próxima fico em casa

Vivi em Évora durante 7 anos e apesar de já ter vindo embora há mais de 4, há coisas que continuam a fazer parte de mim. Como os amigos que lá fiz, em especial os que ainda lá moram. A típica visita à Feira de São João, em Junho. Ocasionalmente, o sushi do Mishi Mishi....

Ontem fomos até Redondo para visitar as ruas floridas e o que tinha tudo para ser um dia animado e descontraído, foi descambando lentamente até ao seu desfecho, que podia ter sido bem trágico. 
Prevenida como sou, pus a máquina fotográfica na mala, levei um saco térmico com água fresca e fruta e calcei uns sapatos leves e confortáveis. Sabia que ia andar um bocadinho, por isso os saltos ficaram em casa. 

Parámos em Estremoz para beber um café e alguma coisa mais fresquinha, e também para fazer  tempo até as horas de maior calor passarem. Escolhemos o café "A Cadeia", perto da pousada e das muralhas, que já conhecíamos e por isso mesmo quisemos regressar. O café resulta precisamente de uma antiga cadeia e tem duas salas separadas, tal como seria antigamente a prisão feminina e a masculina. Como da primeira vez ficámos na sala do primeiro piso, que penso que seja a feminina, sugeri experimentar a do piso térreo. Mas fui completamente ignorada ou então não ouvi as objecções do meu parceiro de passeio. Ele às vezes sussurra, por isso é normal. Vamos chamar-lhe Adolfo. Adolfo Salazar. 

Mas tudo certo. Lá fomos até ao primeiro piso, bebemos café, conversámos um pouco e quando finalmente chegou a hora de abalar, bem... abalámos. Lembram-se que levava sapatos leves e confortáveis? Afinal também são escorregadios com'á merda quando o chão é de mármore. Escorreguei, caí e ao bater com o cu no chão continuei a escorregar por ali fora até chegar ao fim. Felizmente já ia quase no fim, por isso também não escorreguei muito mais. Curiosamente, o Adolfo não se ficou a rir, muito pelo contrário, e afinal o meu rabo também escorrega bastante quando entra em contacto com mármore. Tantos anos num curso de geologia e só agora descubro uma coisa destas... Nada partido, só as costas ligeiramente doridas. Hoje já está tudo como novo: abençoados 28 anos.

Quanto ao Redondo, vou saltar à frente porque este post é apenas dedicado aos flagelos do dia e não às partes boas dele. Portanto, depois de passear pelas ruas floridas de Redondo, seguiu-se uma breve discussão sobre onde jantar, que ambos sabíamos que ia acabar no Mishi Mishi, em Évora. Está muito na moda os restaurantes japoneses com buffet, em que há uma bancada ou duas com a comida exposta, mas eu ainda sou adepta da típica passadeira que percorre o restaurante. Prefiro por ser um espaço mais pequeno, pelo atendimento mais acolhedor (o que às vezes é relativo) e até pode não haver tanta variedade de sushi, mas a qualidade é melhor e os restantes pratos também são igualmente deliciosos. 
Portanto, aqui fica a segunda desilusão da noite: o Mishi Mishi não tinha quase nada a passar na passadeira. É verdade que estava uma noite fraca, ainda para mais sendo sábado, mas em vez de servirem um bocadinho de tudo, resolveram servir muito do mesmo. Bah! 

Mas pronto, adoro o Mishi Mishi e conheço-os há anos. Estão perdoados e não há dúvidas de que vou continuar a voltar lá. 

E é agora que o post muda de tom. Porque como disse há pouco, a noite ia terminando de forma trágica. Não estava a brincar nem a exagerar. Ainda há pouco tempo vi uma notícia sobre um casal que estava a fazer uma caminhada e foram colhidos por um carro. Não faço ideia onde foi isto, mas sei que não faz muito tempo. Há alguns anos atrás, numa noite de passagem de ano, aconteceu uma situação semelhante em Portalegre. Atropelamento e fuga. Recordo-me que pelo menos a rapariga morreu. 

Ontem, saídos do restaurante e já a decidir onde beber café em Évora, estávamos parados num passeio entre o aqueduto e a rotunda da Horta da Porta, salvo erro. De repente, ali perto, uma criança gritou. O Adolfo não reagiu porque pensa logo que é algum pirralho a fazer birra. E eu normalmente faria o mesmo, mas o grito era demasiado aflitivo. Então virei-me e foi quando vi um Seat Ibiza já na rotunda - não faço ideia de onde viria - que além da velocidade que trazia, ia completamente descontrolado. Claramente, o moço viu os filmes do Fast and Furious, porque ainda dentro da rotunda puxou do travão de mão e as rodas traseiras derraparam. Nisto voltou a perder o controlo do carro que vinha agora aos ziguezagues, direitinho ao passeio onde estávamos e com poucas alternativas para fugir para algum lado. Acho que nunca na minha vida tinha pensado "Já está, é agora...."

Para nossa sorte, já quase em cima de nós, o rapaz conseguiu voltar a guinar a direcção e embateu no passeio oposto. Resultado? Capotou, saltou, rebolou, rebolou... Só parou quase no aqueduto, mesmo. E se ver um carro a capotar não tem piada nenhuma, ir lá dentro deve ser aterrador. O carro estava belíssimo para ir para a sucata. O dono conseguiu sair ileso, assim que o carro parou. A mãe do puto estava bruta e com toda a razão. Eu estava em choque, a ligar para o 112 e a repetir "ninguém atende, ninguém atende". Quando vi que já havia mais gente a ligar, desliguei e depois de percebermos que não havia mal maior, saímos dali. 




Não houve mal maior. Mas podia ter havido. Aquilo era claramente uma picaria, porque juntamente com Seat Ibiza vinha um Renault Clio também a acelerar que nem um maluco. Ali, dentro da cidade. Num sítio onde até eu, que não moro em Évora há anos, sei que há sempre pessoas a passar. Quanto mais não seja porque um dos passeios ainda pertence à eco pista. Às 5h da manhã ainda eu rebolava na cama, só a ver o carro a vir direitinho na nossa direcção. Não gostava de estar no lugar daquela mãe que teve que acalmar o filho, que não devia ter mais que 6 anos. 

E é isto. Fui a Évora e não ganhei para o susto. No meio disto tudo só tenho pena do Seat Ibiza. Nem posso dizer que morria, mas morria satisfeita com a barriga cheia de sushi. Que merda.





domingo, 30 de julho de 2017

Passeio por Vila Velha de Ródão

Sábado voltou a ser dia de passeio, mas desta vez faltaram as paisagens verdejantes para animar as fotografias. Ainda há pouco tempo tinha visitado a zona de Vila Velha de Ródão e voltei a casa maravilhada com a vista do Castelo de Ródão, que não conhecia. Agora persistem apenas os tons de cinzento. 

O incêndio lavrou na semana passada e chegou ainda a Nisa, tão perto de Castelo de Vide. Foram evacuadas várias aldeias, por precaução. De momento ainda se encontram no local diversas equipas de bombeiros, GNR  e militares, prevenindo reacendimentos. 

Calculei que o Bar do Cais estivesse apinhado de curiosos, como nós, mas surpreendentemente estava quase vazio. Não havia carros a encher o parco estacionamento, nem pessoas a fazer visitas de barco. Estava tudo calmo. Bebemos duas Bandidas de Maçã e subimos ao castelo para ver melhor a amplitude os estragos. 

Aqui ficam algumas fotos.